sábado, 5 de junho de 2010

A Semana Chamada Santa

Amados, a intenção deste texto é trazer esclarecimento sobre a data mais provável da crucificação, morte e ressurreição de Nosso Senhor e Mestre Jesus.

A Semana Chamada Santa como festa ou liturgia católica é a ocasião em que é celebrada a paixão de Cristo, sua morte e ressurreição.

A semana santa foi celebrada pela primeira vez como evento litrurgicos pelos católicos no ano de 1682, através do Concílio de Niceia, advinda do Papa Silvestre I, onde os ensinamentos da doutrina católica tornam-na como religião oficial do Império Romano.

Não é uma mera coincidência o fato de Jesus ter morrido precisamente no tempo da páscoa. Isto foi planejado milhares de anos antes por Deus, que faria cumprir o seu plano de salvação para o gênero humano. A páscoa era simplesmente uma “sombra” da realidade (Jesus Cristo) que estava por chegar. O texto de 1ª Coríntios 5:7 diz: : “Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”.
Os acontecimentos da semana santa ocupam aproximadamente 1/3 dos evangelhos. Examinaremos o Antigo e o Novo Testamento para fazer uma cronologia exata dos acontecimentos desta semana. Começamos com o Domingo de ramos, uma semana antes do Domingo da ressurreição.

1. O Domingo de ramos
Marcos 11:1–2, 7–11: “E, logo que se aproximaram de Jerusalém, de Betfagé e de Betânia, junto do Monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos, e disse-lhes: Ide à aldeia que está defronte de vós; e logo que ali entrardes, encontrareis preso um jumentinho, sobre o qual ainda não montou homem algum; soltai-o, e trazei-mo. (…) E levaram o jumentinho a Jesus, e lançaram sobre ele as suas vestes, e assentou-se sobre ele. E muitos estendiam as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. E aqueles que iam adiante, e os que seguiam, clamavam, dizendo: Hosana, bendito o que vem em nome do Senhor; bendito o reino do nosso pai Davi, que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas. E Jesus entrou em Jerusalém, no templo, e, tendo visto tudo em redor, como fosse já tarde, saiu para Betânia com os doze”.

Este dia é o mesmo dia citado em Êxodo 12:3, 5: “Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. (…) O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras.”
O dia que agora chamamos de “Domingo de ramos” era o dia da seleção do cordeiro para todos os judeus piedosos. Jesus chegou em Jerusalém no mesmo dia em que cada família judia se encontrava procurando o seu cordeiro pascoal. A implicação óbvia é: “Eis aqui Jesus, ele tem vindo como o cordeiro pascoal perfeito”. Depois Jesus se retira para Betânia a noite. Nessa semana, Jesus não passa nenhuma noite em Jerusalém até a noite da sua detenção.

2. Segunda-feira
Marcos 11:12–19: “E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome. E, vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos. E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os seus discípulos ouviram isto. E vieram a Jerusalém; e Jesus, entrando no templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; e derrubou as mesas dos cambiadores e as cadeiras dos que vendiam pombas. E não consentia que alguém levasse algum vaso pelo templo. E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões. E os escribas e príncipes dos sacerdotes, tendo ouvido isto, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam, porque toda a multidão estava admirada acerca da sua doutrina. E, sendo já tarde, saiu para fora da cidade.”
Os acontecimentos da segunda-feira somam-se a indignação dos líderes judeus depois do que ocorreu no domingo. Novamente eles começam a planejar como poderiam destruir a Jesus. A segunda-feira termina com Jesus saindo de Jerusalém para passar a noite em Betânia.

3. Terça-feira
Marcos 11:20. A terça-feira pela manhã Jesus e seus discípulos regressaram para a cidade de Jerusalém. Ao passar pela figueira que Jesus havia amaldiçoado no dia anterior, os discípulos se assombraram ao ver quão rápido ela havia secado. Esta maldição é simbólica da maldição da nação de Israel pela sua falta de frutos ao aceitar a Jesus. A nós também assombra saber que no ano 70 d.C., um tempo relativamente curto depois que Jesus morreu, a antiga nação de Israel fosse destruida. A advertência também serve para nós; se não dermos frutos, nos espera a destruição.

Os líderes judeus procuram a Jesus na terça-feira e o encontram no templo. Este dia poderia chamar-se o “Dia da confrontação”. Mateus oferece a mais longa informação deste dia, desde o capítulo 21:23, até o capítulo 26:25. Os acontecimentos da terça-feira podem ser resumidos da seguinte maneira:
Os líderes judeus questionam a autoridade de Jesus (leia Mateus 21:23–27).

Jesus fala três parábolas: A parábola dos dois filhos (leia Mateus 21:28–32), a parábola dos lavradores malvados (leia Mateus 21:33–44), a parábola da festa de casamento (leia Mateus 22:1–14).
Os líderes judeus tentam fazer uma armadilha para Jesus. Cada uma das três parábolas de Jesus compromete aos líderes judeus por não aceitá-lo. De maneira que eles tentam fazer-lhes armadilhas com três perguntas difíceis: A armadilha acerca do pagamento de tributos (leia Mateus 22:15–22), a armadilha acerca da ressurreição (leia Mateus 22:23–33), a armadilha acerca do grande mandamento (leia Mateus 22:34–40).
Na terça-feira Jesus disse o que esta em Mateus 23, “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!”

Depois que Jesus e seus discípulos deixam o templo, já de regresso a Betânia, ele se detém no Monte das Oliveiras e dá o que se conhece como o Discurso das Oliveiras em Mateus capítulo 24. Ele disse aos seus discípulos mais parábolas no capítulo 25 a respeito do seu regresso e por fim, do mundo. Finalmente, vemos Jesus terminar a terça-feira com estas observações aos seus discípulos que se encontram em Mateus 26:1–2: “E aconteceu que, quando Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos seus discípulos: Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado.”

A terça-feira é o décimo segundo dia do mês de Abib. Em dois dias (quinta-feira) será a festa da páscoa. Êxodo 12:6 diz o seguinte acerca do cordeiro pascoal: “E o guardareis até o décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde.”

Foi na terça-feira que os líderes judeus se reuniram para conspirar sobre como poderiam matar a Jesus. Mateus 26:3–5: “Depois os príncipes dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos do povo reuniram-se na sala do sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás. E consultaram-se mutuamente para prenderem Jesus com dolo e o matarem. Mas diziam: Não durante a festa, para que não haja alvoroço entre o povo.”
Nesta reunião os líderes judeus se dão conta que eles terão que prender a Jesus rapidamente, antes da quinta-feira, dia da festa da páscoa. Isto lhes deixa somente a quarta-feira para capturá-lo.

4. Quarta-feira
Jesus percebe que os líderes judeus estão resolvidos a prendê-lo na quarta-feira, de modo que ele passa todo o dia de quarta-feira em Betânia. Ele sabe que ainda não seria o tempo oportuno para que ele fosse preso neste dia.
Na escritura não se menciona muito sobre a quarta-feira, exceto que ele passa parte do dia na casa de Simão, o leproso (em Betânia) onde uma mulher com um vaso de alabastro de um perfume de grande valor unge o seu corpo para o seu sepultamento (leia Mateus 26:12). O outro acontecimento conhecido da quarta-feira é que este é o dia em que Judas conspira com os líderes judeus para trair a Jesus.

Como os judeus calculavam o tempo.
Os judeus contavam o começo de um novo dia ao anoitecer. Eles buscam a aparição no céu das duas primeiras estrelas da noite, então, anunciam o novo dia tocando o chifre. O por do sol em Jerusalém no tempo da páscoa ocorre por volta das 18:00 horas. Aproximadamente às 18:20 horas apareciam as duas primeiras estrelas da noite e então se tocava o chifre para anunciar o novo dia, o dia 14 do mês de Abib. (Contudo, segundo o nosso modo de calcular o tempo, ainda era quarta-feira a noite.)

Quando os judeus escutaram o som do chifre nessa quarta-feira pela noite, eles souberam que o dia 13 do mês de Abib havia terminado e que havia começado o dia 14. Já era a hora de começar a pensar nas coisas que eles desejavam fazer neste dia.
É muito provável que isto tenha sido o que aconteceu aos discípulos. Ao anoitecer da quarta-feira soou o chifre para anunciar a chegada do dia 14, a páscoa. Os discípulos agora começavam a perguntar-se aonde eles comeriam a páscoa. Eles perguntam a Jesus por isto em Mateus 26:17. Eles sabiam que para Jesus era muito perigoso ir a Jerusalém, no entanto a páscoa tinha que ser comida ali. Em Mateus 26:18, Jesus instruiu aos seus discípulos que se fossem para a cidade onde encontrariam a um homem que lhes mostraria um aposento que eles poderiam utilizar. Eles deveriam dizer-lhe que o tempo de Jesus “está próximo”. Este não seria o tempo normal para guardar a páscoa. Embora seja o dia da páscoa (dia 14) o cordeiro não deveria ser sacrificado até a tarde e ser comido essa noite (que é o dia 15 do mês de Abib no calendário judaico). Jesus e seus discípulos não tinham um cordeiro para comer na sua prematura ceia de páscoa, a não ser que fosse o próprio Jesus quando ele disse: “Tomai, comei, isto é o meu corpo”. Nenhum dos evangelhos menciona nada a respeito de um cordeiro, exceto o Cordeiro de Deus.

Jesus havia enviado primeiro a seus discípulos para que preparassem a páscoa. O aposento já estava pronto de modo que os preparativos para a páscoa não lhes tomariam muito tempo. Sob o amparo da escuridão, Jesus entrou em Jerusalém para comer a páscoa. Pode ter sido por volta das 19:00 ou 20:00 horas. Depois da ceia, eles se retiraram para o Monte das Oliveiras. Neste momento já era muito tarde (talvez 23:00 horas) e os discípulos não puderam permanecer despertos enquanto Jesus orava. A isto lhe segue a prisão, depois os julgamentos prematuros na madrugada.

5. Quinta-feira
João 18:28, diz: “Depois levaram Jesus da casa de Caifás para a audiência. E era pela manhã cedo. E não entraram na audiência, para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa.”

O nascer do sol em Jerusalém na época da páscoa ocorre aproximadamente as 5:30 horas. Já era quase esta hora quando eles se dirigiram ao pretório. Devido a que o pretório era um lugar gentil, caso os judeus entrassem, então seriam considerados imundos durante sete dias. Isto queria dizer que eles não poderiam comer a páscoa naquela noite. Não se esqueça que já era quinta-feira, dia 14, e que Jesus já havia comido a páscoa antecipadamente nesse dia (quarta-feira pela noite segundo a nossa forma de calcular os dias). Os judeus não entraram no pretório para “poderem comer a páscoa”. Durante as três horas seguintes, Jesus seria enviado a Herodes e depois de volta novamente. Ele foi escarnecido e chicoteado, depois por último foi colocado na cruz às 9:00 horas.

Leiamos Êxodo 12:6, para recolher mais detalhes sobre a páscoa. “E o guardareis até o décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde.”
Eles deviam imolar o cordeiro pascoal “entre as duas tardes” do dia 14. O que quer dizer isto? Uma vez mais aqui, necessitamos compreender algo a respeito da cultura judaica.

O dia de trabalho judeu começava às 6:00 horas e se estendia até o meio-dia. Devido ao calor intenso da tarde, eles descansavam até às 15:00 horas e depois trabalhavam novamente até as 18:00 horas. A sua primeira “tarde” chegava ao meio-dia quando eles detinham a jornada de trabalho por três horas! A sua segunda tarde era às 18:00 horas. Entre as duas tardes queria dizer às 15:00 horas. Esta era a hora em que eles deviam imolar o cordeiro pascoal.

Jesus foi pendurado na cruz às 9:00 horas. Seis horas mais tarde, às 15:00 horas (a nona hora do dia de trabalho judeu), Jesus entregou o seu espírito. Jesus morreu no mesmo dia e na mesma hora em que devia ser imolado o cordeiro pascoal! Deus havia ordenado isto milhares de anos antes que acontecesse. Isto não foi uma simples coincidência.

6. Sexta-feira
O corpo de Jesus repousa no túmulo.

7. Sábado
Este é o dia de repouso da semana judia. O corpo de Jesus continua repousando no túmulo.

8. Domingo da ressurreição
Jesus ressuscitou para nunca mais morrer!

A morte na quinta-feira concorda com toda a escritura
Sob a luz de uma posterior análise de se Jesus morreu na quinta-feira ou na sexta-feira, considere João 19:14: “Era a preparação da páscoa, e quase à hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso Rei.”
Estas foram as palavras de Pilatos durante o julgamento de Jesus, depois que Jesus havia comido a páscoa com os seus discípulos na noite anterior (quarta-feira a noite). Se a páscoa que Jesus comeu com seus discípulos foi comida na hora de costume (na quinta-feira a noite), por que João 19:14 afirma que ainda era a “preparação” da páscoa ao dia seguinte? Mas era a preparação da páscoa, sendo ainda quinta-feira pela manhã. Estava ainda por chegar o tempo normal para que fosse comida a páscoa, a quinta-feira pela noite!

Mateus 12:40: “Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra.”
Se Jesus morreu na sexta-feira, nós poderíamos dizer que ele esteve no túmulo três dias segundo a forma em que os judeus calculavam o tempo. No entanto, não poderíamos dizer que ele esteve no túmulo três noites. Mas se Jesus morreu na quinta-feira, temos três dias e três noites até o domingo pela manhã!

Além disso, se Jesus morreu na sexta-feira e foi sepultado por volta das 17:00 horas e ressuscitou aproximadamente às 4:00 horas da manhã do domingo (João 20:1 diz: “sendo ainda escuro”), ele havia estado no túmulo menos de 36 horas. Um período de tempo de menos de 36 horas quase não coincidiria com o que Jesus disse em João 2:19: “Derribai este templo, e em três dias o levantarei.”

João 19:31. Pôde ser mal interpretado para contradizer uma morte na quinta-feira. Examinemos este versículo: “Os judeus, pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação (pois era grande o dia de sábado), rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados.”

Este versículo diz que os judeus queriam que Jesus e os outros que estavam com ele morressem rapidamente no mesmo dia em que foram crucificados para poder retirar os seus corpos antes do dia de repouso. Todos sabemos que o dia de repouso judeu é o nosso sábado. É desta forma que João 19:31 deixa bem claro que Jesus foi crucificado na sexta-feira.

Vejamos Levítico 23. Leiamos os versículos 5–7. “No mês primeiro, aos catorze do mês, pela tarde, é a páscoa do SENHOR. E aos quinze dias deste mês é a festa dos pães ázimos do SENHOR; sete dias comereis pães ázimos. No primeiro dia tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis.”

Conclusão
Na quinta-feira era o dia 14, que era a páscoa. A sexta-feira era o dia 15 e era o primeiro dia dos Asmos. O mandamento era “nenhum trabalho servil fareis”. Este era um dia de descanso, o dia de repouso! Por esta razão os judeus quiseram retirar os corpos da cruz.. Não foi porque o dia de repouso ao dia seguinte era o dia de repouso normal (sábado), mas porque “era grande o dia de sábado”. No dia seguinte pela manhã era sexta-feira, o dia de repouso da festa dos pães sem levadura (Pães Asmos). O dia de repouso normal da semana era o sábado, no dia 16 do mês de Abib.
A melhor razão para crer numa crucificação na quinta-feira é porque ela própria harmoniza-se com os quatro evangelhos. Pelo que acabamos de ver, não há nada a respeito de uma morte na quinta-feira que contradiga algo nas escrituras ou que seja difícil de explicar a luz das cronologias dadas nos evangelhos.

Para nós todas as semanas e dias do ano são santos na medida que o nosso Salvador amado os santificou.

Por esta razão devemos nos santificar todos os dias do ano, nos afastando das coisas deste mundo, buscando fazer a vontade do nosso Salvador Jesus.

Graça e Paz
Pr. Moabi Brito

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Saudação

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A nossa intenção aqui, é apenas expressar o nosso endendimento pensando estar de alguma forma contribuindo na construção do pensamento teológico cristão brasileiro atual.


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